Ter prazer ou ser aceito?

Temos em nós dois seres: um que realmente somos e outro que criamos para mostrar ao mundo e sermos aceitos.

O primeiro é representado pelos nossos desejos, sonhos e pensamentos mais ocultos, aqueles que nem nós mesmos temos coragem de enfrentar, mas que sabemos: se o seguíssemos, teríamos muito prazer e alegria.

O que ele tem dito a você? Quais pedidos ele tem feito? Se fossem atendidos, como seria?

O segundo é aquele que criamos para sermos amados e aceitos em sociedade. É essa parte de nós que não permite sequer respondermos às perguntas acima, fazendo com que nos sintamos culpados só de pensar.

O que ele tem dito a você? Quais desejos tem reprimido? Quais culpas tem gerado?

Quem vive no primeiro eu é mais alegre, cheio de prazer, porém vive menos e com menos amor das pessoas ao seu redor. Quem vive no segundo é amado, bem-quisto e aceito, mas é triste e morre um pouquinho a cada dia.

Qual devemos seguir, então? Ambos. Equilibrar os seres e atendê-los na hora, lugar e momento certos é a chave para que tenhamos amor, aceitação, prazer e alegria de viver.

Eis o desafio.

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