Deixe ir embora aquilo que não era verdadeiro, que não era recíproco e que sempre foi “meia boca”.
Deixe ir tudo aquilo que sempre foi inseguro ou que esteve sempre às margens da desistência.
Deixe ir se não houve paciência, resiliência ou entendimento.
Deixe ir se, na hora da realização, houve sempre um recuo.
Deixe ir porque nunca foi amor.
Então, deixe ir.


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