A criança rejeitada é o adulto que não se sente parte de nada

A infância deixa marcas em todos nós.

Sentir-se uma criança rejeitada cria mecanismos de defesa que acompanharão o adulto pela vida toda.

Não quer dizer que essa rejeição realmente tenha acontecido.

Para isso acontecer, basta que a criança tenha se sentido assim.

A percepção dela vale mais que a realidade. Afinal, dos 0 aos 7 anos a criança não sabe, ao certo, separar o que é fantasia e realidade.

Como adulto, continua preso ao sentimento e, muitas vezes, prejudica-se na tentativa de aplacar aquela dor.

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