Dizer “bom dia” é questão de educação, não de empatia

Dizer bom dia, boa tarde, boa noite. Perguntar se está tudo bem. Ouvir sem digitar no celular. Olhar nos olhos e prestar a atenção quando alguém fala.

Responder quando for perguntado e não dizer palavras duras e que vão ferir o outro. Não gritar nem interromper quando alguém fala.

Em outros tempos, tudo isso era só questão de educação mesmo, coisa que se aprendia em casa para se conviver melhor com as pessoas, ter respeito e respeitar.

Hoje, com a perda de valores básicos, quando falamos disso temos que, junto, trazer o discurso da empatia e amor ao próximo, caso contrário, pode nem fazer sentido.

Mas nada mudou: não dizer isso faz de você alguém sem educação mesmo. Claro, sem empatia também, mas, antes de tudo, sem educação.

O básico continua sendo básico.

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