É bem assim, direto e reto: sou o responsável por tudo o que vivi na vida.
Tudo?
Tudo, em cada detalhe.
Com excesso de experiências que vivi na infância, quando não tinha controle algum sobre a vida que podia levar, depois que fiquei adulto eu sou 100% responsável por cada caminho que segui.
“Ah, mas fulano interferiu, manipulou e me influenciou para que eu tomasse determinada atitude ou fizesse aquela escolha”, poderia pensar.
Sim, de fato, temos influência do ambiente e de pessoas. Ainda assim, a decisão final foi sempre minha. Eu quis, eu escolhi, eu decidi e fiz .
E, por mais que possam haver decisões que trouxeram um sofrimento futuro, elas trouxeram algum tipo de ganho, seja ele de atenção, vitimismo, cuidado ou qualquer outro.
No fundo, sempre a decisão foi e sempre será minha, por algum motivo, por alguma razão, decido. E assumo essa decisão.
Essa foi a maior lição que o autoconhecimento pode me trazer. A ideia de que sempre sou eu decidindo me traz a prudência para tomar qualquer decisão. Afinal, serei sempre eu o responsável.
Se acerto, o mérito é meu. Se erro, também. Não há ego exacerbado, nem culpa. Há simplesmente as minhas escolhas e as minhas consequências.
Ciente disso, vivo melhor, sem culpa nem ilusões.


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